quarta-feira, 16 de abril de 2014

Xadrez é esporte para o cérebro



Silêncio e concentração. Sobre a mesa, papel e caneta, o crônometro, um tabuleiro, 32 peças nomeadas: rei, rainha, cavalo, bispo, torre e peão. Frente a frente estão os adversários. Começa o jogo. As peças se movem rapidamente sobre o tabuleiro de 64 casas brancas e pretas.

Ainda calmos, os jogadores têm em mente as várias possibilidades de lances a serem jogados. O bater do relógio atenua a cada toque o inimigo em comum: o tempo. Enquanto um competidor pensa e arma estratégias, o outro anota os lances em uma planilha e logo idealiza a próxima jogada.

E assim são horas e mais horas de partida. Tudo só acaba quando um dos participantes decreta o tão famoso “xeque mate” ou ouve o colega sussurrar tristemente a palavra “abandono”. Na pior das hipóteses, se ninguém alcançar a vitória, o consenso pelo “empate” é a saída.

Assim é o xadrez, o segundo esporte mais praticado no mundo, perdendo apenas para o futebol, de acordo com o livro “O que é Xadrez”, de Paulo Sérgio dos Santos. Apesar disso, no Brasil a modalidade não é popular — daí ser comum ouvir expressões como “Ah, é um jogo chato”, “não me atrai”, “é muito parado”, “é um jogo de gente inteligente”.
Rogério Pereira de Sousa, da Secretaria de Esportes de São Bernardo, acredita que esse preconceito que envolve o xadrez se deve à pouca difusão e exposição do esporte no país e na mídia. Por outro lado, para quem joga, o divertimento está em cada segundo e os benefícios que esse esporte-ciência pode trazer são tantos que desvendar os segredos de um tabuleiro pode resultar em melhorias para a vida.

Enxadrista há sete anos, Líria Caetano é colecionadora de títulos. É campeã brasileira sub-20, campeã paulista feminino sub-18 e representante oficial do Mundial Juvenil / 2008 e Mundial Universitário/ 2010. Segundo ela, esse esporte não é um jogo tão monótono e calmo como as pessoas pensam. “Parece um jogo silencioso e até maçante. Exteriormente é tranquilo e concentrado, mas interiormente é uma mistura de pensamentos e sensações que o tornam tão agitado e prazeroso quanto um esporte físico qualquer.”

O professor de xadrez e presidente da Liga de São Bernardo, Renato Luiz Batista, explicou: “O desafio não acaba no tabuleiro. Movimentar as peças do xadrez significa, muitas vezes, um movimento na vida de uma pessoa. Essa relação jogo-vida é positiva quando se está buscando uma transformação”.

Autoestima, autocontrole, autoconfiança são pontos que o professor Batista percebeu no desenvolvimento de seus alunos. Além disso, é comprovado que a prática do xadrez exercita áreas do cérebro que desenvolvem a memória, cálculo, associação, abstração e o uso do aparelho psíquico.

Além disso, o xadrez é considerado um dos esportes mais democráticos que existem porque permite mulheres e crianças competirem com homens adultos — é a única modalidade esportiva em que uma pessoa confronta diretamente vários adversários ao mesmo tempo, em condições de igualdade. “É um jogo inclusivo, que aceita diferenças de faixas etárias, origens, sexo, físico e classe social. Jogando, você aprende a interagir com o ambiente e a respeitar o outro”, disse Sousa.

Líria Caetano conta que o xadrez ajudou muito em sua vida. “Mostrou a importância de reconhecer meus erros, meu ritmo e limite, a relevância de ser ético e responsável. Conhecer o universo desse jogo é uma experiência muito válida.”

Juliana Sayumi Terao joga desde os seis anos e hoje, com 19 anos, já participou de três Mundiais e foi 14 vezes campeã brasileira em variadas categorias. A garota apontou para a importância das escolas incluírem o esporte na grade curricular. “É preciso mostrar às pessoas como o xadrez acrescenta na nossa vida e tirar essa imagem de que é coisa para os vovôs e nerds.”

Origem- Não se sabe ao certo como, onde e quando o jogo de xadrez surgiu. Alguns historiadores defendem a ideia de que foi na China; outros, que o esporte surgiu na Índia com o nome de sharutanga, nos séculos 6 e 7 d.C. Sabe-se, porém, que, na Idade Média, na Europa, a modalidade sofreu censura por parte dos membros da Igreja Católica, que viam o jogo como um canal de perdição.

Polêmicas à parte, após a Primeira Guerra Mundial os jogadores de xadrez sentiram a necessidade de criar uma linguagem universal para o esporte. Assim, em 1922, foi fundada a Fide (Federação Internacional de Xadrez). Após a Segunda Guerra Mundial, a entidade passou a organizar um sistema de disputa do título mundial de xadrez e hoje é reconhecida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

No Brasil, foi criada em 1924 a CBX (Confederação Brasileira de Xadrez). Mas apenas em 1967 é que ocorreu a primeira experiência do jogo nas escolas — realizada por Taya Efremoff, em Araraquara (SP), dona do título de Mestre Internacional no esporte.

Tecnologia- Com o avanço da tecnologia, o xadrez se aproxima ainda mais das pessoas, possibilitando, via computador, a disputa entre jogadores de todas as partes do planeta. Basta apenas um clique, e a partida começa. “Existe uma geração nova de enxadristas que sofrem forte influência dos computadores e softwares de xadrez. O tabuleiro convencional está perdendo a vez”, disse Rogério Pereira da Sousa.


O site   www.clubedexadrez.com.br  disponibiliza as regras oficias do jogo; já o    http://www.xadrezonline.com.br/   permite ao usuário jogar com outra pessoas conectadas ao redor do mundo.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Bibliotáxi- Cultura é o que precisamos

                     
Você entra em um táxi e se depara com cestos de livros fixados atrás dos bancos. Aí escolhe o título que achou mais interessante e começa a leitura. Contudo, a viagem chegou ao final. E agora? Não tem problema. Para levar o livro para casa, basta comprometer-se a colocar outro no lugar. É assim que funciona o projeto Bibliotáxi, criado em 2012 em São Paulo, por meio do aplicativo Easy Taxi.

A ideia da iniciativa foi dada pelo jornalista e ativista cultural Gilberto Dimenstein ao fundador da Easy Taxi, Tallis Gomes. "Nosso objetivo era criar uma rede social física de livros, aliando mobilidade com cultura", conta Gomes à Exame.com.

Segundo ele, metade dos 15 mil táxis cadastrados no aplicativo em São Paulo já contam com o Bibliotáxi. Outros países onde a empresa está presente também já aderiram ao projeto, como Colômbia, Chile, Peru e México.

Fica a cargo do motorista decidir se equipa ou não seu veículo com a biblioteca ambulante. Para adotar a ideia, ele tem apenas de buscar o material em um posto de atendimento da companhia, gratuitamente.


Formação de leitores

A Easy Taxi não consegue estimar quantos livros já passaram pelo Bibliotáxi, devido a alta rotatividade. No início, porém, 8 mil títulos foram doados pelo Catraca Livre, um dos projetos de Dimenstein.
A dona do aplicativo, que investiu 120 mil reais no começo do projeto, também organizou campanhas de doações em postos de combustíveis e nos próprios táxis. "Muitas editoras também doam, porque é interessante para o mercado formar leitores", ressalta Gomes, sem falar em números.



Solução para o trânsito ou utopia?



A sustentabilidade no trânsito é uma busca necessária nos dias atuais. A quantidade de veículos nas ruas das grandes metrópoles aumenta a cada ano. Só no Brasil, segundo pesquisa da Othink, do ano de 2000 a 2011, o aumento de carros foi em uma estimativa de 130%. Atualmente o fácil acesso para a compra de carros, com pagamentos e taxas que facilitam a possibilidade de venda, tornam-se fatos que vem a contribuir para o aumento dos números dos automóveis nas ruas.


Não é preciso de pesquisas para analisar o crescimento dos números de carros nas cidades, ou então, a média de veículos da família brasileira. A percepção da mudança é sentida toda vez que o brasileiro está trancado em algum congestionamento no final do dia. O incentivo ao transporte público, para a redução dos números de veículos nas
estradas, ainda é baixo e possuí um resultado inferior aos objetivos do governo.


Fatores que determinam este resultado negativo são influenciados por uma prestação de serviço que deixa a desejar, por conta dos ônibus lotados ou com pouca opção de horários, sendo deste modo, mais cômodo utilizar o carro ao invés de um transporte público. Conforme a pesquisa, realizada pela Othink, os brasileiros estão pessimistas com o futuro do trânsito no país. Mas, o problema não é exclusivo dos brasileiros e sim de inúmeras metrópoles que sofrem com o grande número de veículos nas ruas. E, por isso, a constante busca por uma ideia



                                            Uma ideia inovadora e sustentável!

Em 2010 o projeto de um grupo de chineses ganhou espaço na mídia internacional por oferecer um meio alternativo de locomoção na China, mas, pouco da ideia foi abordada no Brasil e no mundo, por ser considerada uma ideia utópica. Porém, recentemente projeto ganhou mais forças no Brasil e voltou a percorrer por alguns portais de notícias. Com uma oferta inusitada e inovadora, os chineses propõem uma forma de contribuir para a diminuição de até 30% do trânsito na China, o projeto apresenta um ônibus que passa por cima dos carros e evita a formação de engarrafamentos.


O projeto tem o nome de Land Air Bus e utiliza de painéis solares e elétricos para se locomover, o que gera uma economia de até 860 toneladas de combustível ao ano e resulta em uma redução de 2640 toneladas de emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. O ônibus alcança uma velocidade de 60 km/h, e conforme informações dos criadores do projeto, o veículo comporta 1200 pessoas em quatro vagões. A criação possui seis metros de largura e quatro metros de altura, ocupa duas pistas e o custo para implementá-lo chega a ser até 10% mais barato do que a construção de metrôs. Até o momento ainda não existe a confirmação de que será implantado na China, mas o projeto é apresentado como o futuro  das cidades.                           
Assista ao vídeo abaixo:                       


   

"Vivendo o caos do trânsito,passando maus bocados,chegando no trabalho atrasado e cansado,as pessoas acabam se fixando em só reclamar e reclamar.Porém,quando vemos idéias como essa do Land Air Bus,descobrimos que há exeções,que há gente que pensa no futuro,em um futuro melhor,para facilitar a nossa vida,são esses poucos que transformam o mundo.Que essa ideia se multiplique entre os diversos países espalhados pelo mundo,ajudando pobres e ricos sem distinção.Por isso não se fixe só no negativismo,só reclamando,abra sua mente,tenha ideias pense e acredite  em um  futuro melhor que hoje."

                                                  Comentário final:Henrique Breno de Lima-Estagiário da Tarde. 





Microsoft anuncia Menu Iniciar no Windows 8


                                           Um velho conhecido dos usuários Windows está de volta,                                                                                  para facilitar  a  nossa vida





A novidade foi revelada em 2/04 durante a Build 2014, conferência para desenvolvedores promovida anualmente pela Microsoft em San Francisco, na Califórnia.

O novo Menu Iniciar traz elementos do Windows 7 e do Windows 8 em um só lugar. A janela exibida é basicamente a mesma que aparecia no menu do Windows 7, mas apresentando Live Tiles características do Windows 8 dentro dela.

Ainda durante o evento, a Microsoft mostrou um novo modo que permite aos apps mais recentes de Windows 8 serem executados dentro de janelas próprias na Área de trabalho. Na prática, trata-se de um retorno às raízes do Windows tradicional – o que deve agradar os usuários que ainda utilizam mouse e teclado –, mas deixando claro o visual da nova interface utilizada em tablets.


Será possível que o próprio consumidor escolha com qual dos visuais pretende trabalhar.


Essas novidades não devem aparecer de imediato. Os recursos apresentados na conferência fazem parte de uma “atualização futura”, ainda sem data para ser disponibilizada, mas que deve chegar para os usuários ainda em 2014.

Além dessas mudanças no Windows 8.1, a Microsoft anunciou,ainda, o Windows Phone 8.1, que tem a assistente falante Cortana (similar à Siri, da Apple) como principal atração.

A empresa também divulgou que passará a distribuir o Windows de graça para smartphones e tablets de até 9 polegadas.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

A História do Mundo em Duas Horas



Contar a História do Mundo em duas horas pode parecer uma missão impossível, mas o “History Channel” procurou alcançar essa proeza. O canal emitiu um documentário que resume em apenas 90 minutos a História dos 13,7 mil milhões de anos do Universo.
Desde o Big Bang até aos nossos dias, são transmitidos os principais marcos que importa conhecer sobre a História de tudo o quanto existiu e existe nos dias de hoje.
Este é um filme que parte do macro para o micro, dando a conhecer, em primeiro lugar, as condições de formação do Universo, das Galáxias, dos Sistemas Solares e dos planetas, para seguidamente se focar no surgimento da vida na Terra, realçando os aspetos geológicos, biológicos e civilizacionais que brotaram no planeta azul. Apesar da sequência cronológica, o narrador aproveita todas as oportunidades para mostrar a interligação entre a História do Universo e a evolução humana. Por exemplo, se o ferro não tivesse sido criado no seio das estrelas, os livros atuais não poderiam conter nas suas páginas a referência à Idade do Ferro.
“A História do Mundo em Duas horas” é um verdadeiro manual de conhecimento que cruza saberes de áreas aparentemente tão diferentes como a Astronomia, Biologia, Geologia e História.

Acesse o documentário do History Channel no Youtube clicando aqui.


RPG e História da Arte





O professor de História gaúcho Lucas Molina criou dois jogos de RPG (role-playing game) com temas relacionados à História da Arte com um duplo objetivo: contribuir para a preservação e divulgação histórica das artes e, ao mesmo tempo, criar um instrumento de ensino para o trabalho que desenvolve na sala de aula. Mas para a sua surpresa o seu trabalho foi além e ganhou destaque no mercado mundial de games. Vamos conhecer de perto esse o trabalho.


Painters Guild

É um jogo sobre gerenciamento de uma associação de pintores na Itália Renascentista do século 15. Nele, o pintor Verocchio gerencia o jovem Leonardo da Vinci dentro de uma guilda que simula o mercado da arte: há uma demanda de quadros por compradores que chegam ao local e Da Vinci, ainda inexperiente, precisa pintá-los. No game, durante a ação, o jogador pode contratar aprendizes, discipliná-los, condená-los a um castigo, mas nada é pré-determinado e depende das ações e decisões do jogador. A versão alpha de Painters Guild pode ser jogada gratuitamente no site oficial do jogo, que é feito em pixel art.
Avant-Garde

Esse game é um RPG em que o jogador assume o papel de um artista na Paris da passagem do século 19 e 20 e cria suas próprias obras, aprende técnicas, participa e funda novos movimentos artísticos. Há ainda situações em que o artista interage com colegas famosos como Monet e Picasso nos cafés parisienses. Suas ações permitem que ele ganhe reconhecimento e obtenha lucros vendendo retratos para a burguesia e quadros históricos para o Estado.


Por outro lado, suas ações podem levá-lo a entrar em um crise financeira enredar-se em dívidas vultosas e cometer suicídio sem nunca obter reconhecimento, ainda que impulsionando a vanguarda.


Segue abaixo vídeo (em inglês) demonstrativo do Painters Guild:






Reciclar x Reutilizar

Reutilizar
Jogar algo que pode ser recriado diretamente no lixo esvazia as chances de se aproveitar todas as possibilidades de um mesmo objeto. Móveis podem ganhar novas roupagens e funções, porcelanas repletas de parafina podem iluminar o ambiente como velas estilizadas, folhas de rascunho podem virar cadernos e blocos de anotação… aproveite a internet, ótima ferramenta para encontrar boas ideias de reutilização e reaproveitamento. Buscar novos significados para os pertences é um excelente convite à criatividade e ajuda a diminuir a demanda de consumo que alimenta as cadeias produtivas, polui o meio ambiente e prejudica a sociedade.

Reciclar

Colocar objetos em um novo ciclo de produção: eis o que se faz ao “re-ciclar”. Diferentes técnicas de reciclagem constituem um mercado que gera empregos, economiza energia e origina matérias-primas para fabricação de outros bens – o que é mais econômico e sustentável do que começar o ciclo do zero, com recursos extraídos primariamente da natureza. A coleta seletiva doméstica tem um papel importante nisso tudo. Em casa, duas lixeiras são o suficiente: uma para os resíduos orgânicos – como cascas de frutas e restos de verduras que pode ser transformados em adubo por meio de compostagem no quintal – e outra para os secos.


Quando os resíduos são separados corretamente, o índice de aproveitamento passa de 70%. Exigir programas de reciclagem dos governos locais também é essencial para que o objetivo final seja de fato atingido. Uma pesquisa do Ipea apontou que apenas 8% dos município brasileiros têm estrutura para reciclagem. O alumínio é o campeão no País, com índice de 90%. Isso se deve ao alto valor de mercado de sua sucata, associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico. Para o restante dos materiais, à exceção das embalagens longa vida, os índices de reciclagem variam entre 45% e 55% (saiba mais sobre a reciclagem de embalagens longa vida neste post)


O que também é importante:

Reduzir

A primeira atitude do consumo responsável é questionar a real necessidade de determinada aquisição, seja de produtos, seja de serviços. Escolher aqueles que duram mais ou são reutilizáveis e abolir a compra por impulso evita desperdícios e diminui a quantidade de resíduos gerados. Não é de hoje que a literatura usa o jogo de palavras para rimar e distinguir os verbos “ser” e “ter”. Gente que experimenta a simplicidade no cotidiano sabe que ter menos pode ser mais prazeroso. Um bom começo é reduzir o uso de embalagens, preferir produtos a granel àqueles embalados em isopor e plástico, evitar o “troca-troca” de celulares e computadores e repensar a quantidade de brinquedos que abarrotam os quartos das crianças. Palavra de ordem por uma vida menos superlativa e mais bem vivida.
Recusar

Para uma sociedade com menos resíduos muitas vezes é necessário – e possível – dizer não. Por exemplo: recusar o excesso das famigeradas sacolinhas plásticas no supermercado é um bom começo. É hábito colocar até mesmo compras minúsculas em sacolas plásticas desproporcionais, completamente dispensáveis (por exemplo, ao comprar cartela de remédios na farmácia ou um chocolate na padaria).
Redesenhar

Empresas e indústrias também devem entrar no jogo e investir em projetos inteligentes que alterem a forma como suas mercadorias são produzidas. Processos que consomem menos água e materiais, embalagens e produtos mais fáceis de serem reciclados e esforços para uma gestão adequada de resíduos são pontos importantes.

Reparar
Uma forma de reagir à cultura do descartável é investir no conserto de objetos quebrados em vez de comprar novos – exigentes de muita energia e matéria-prima extraídas de um planeta que já acenou sua finitude.